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O Músico
O músico Mazinho Quevedo
Cantor,
compositor e instrumentista, Mazinho Quevedo tem se dedicado
completamente a propagar e divulgar a música caipira pelo Brasil e pelo
mundo. Em suas palavras, ele é “um violeiro e um caipira paulista”.
Mazinho já participou de muitos festivais no Brasil, tem nove CDs
gravados e um DVD feito em parceria com Tinoco. Também fez, ao lado de
Inezita Barroso, o show Ao Som da Viola, relendo a obra de Cornélio
Pires. Foi fundador das Orquestras de Violeiros de Paulínia e Araras.
Foi o primeiro violeiro a participar de uma orquestra como solista
(Orquestra Sinfônica de Piracicaba). Mazinho é um dos autores da trilha
sonora do especial da EPTV (Globo-Repórter: "O Encanto das Águas") e
autor da trilha de viola do programa "Terra da Gente", da EPTV.
Participa do programa Caminhos da Roça, exibido aos sábados pela
EPTV-Campinas, retransmissora da TV Globo no interior de São Paulo.

Orquestra Lyra Mogimiriana
Criada
em 2007, a Orquestra Lyra Mogimiriana agrupa instrumentos tipicamente
de orquestras clássicas com aqueles mais comumente usados nas formações
populares. O resultado é a união de violinos com saxofones, de
violoncelos com guitarra elétrica, de oboé com bateria, de trompa
orquestral com percussão afro-brasileira. A orquestra está composta por
músicos que já atuaram em várias orquestras sinfônicas e por jovens que
vieram do programa de iniciação e formação musical incentivado pela
própria orquestra. A orquestra já teve como parceiros musicais os
artistas Guilherme Arantes, Toquinho, Renato Teixeira e Chico César.

Direção Musical - Maestro Carlos Lima
Carlos
Lima é maestro, compositor, arranjador e violonista. Como maestro da
Orquestra Sinfônica Municipal de Americana tocou com grandes nomes da
música brasileira como Toquinho, Nana Caymmi, Cidade Negra, MPB4,
Quarteto em Cy, João Bosco, Chico César, Guilherme Arantes, Pena Branca
& Xavantinho e Renato Teixeira, com quem, inclusive, tem feito
alguns shows. Também já tocou com as violinistas italianas Lorenza
Borrani e Laura Gorna e a soprano francesa Cyrene Paparotti. Já fez
arranjos de discos como “Caipira Clássico”, de Laércio Ilhabela, e “Sá
& Guarabira ao vivo”. Visando fomentar a cultura na cidade onde
mora, Mogi Mirim, fundou a Banda Lyra Mogimiriana e atualmente gerencia
o Projeto Pró-Sinfônica no município.

Contato
Eduardo Lopes
(11) 8351-7165
eduardolope@gmail.com
www.mazinhoquevedo.com.br
Av.9 de julho, 1010
Sala 6 Bairro São Domingos
Americana/SP
Cep: 13471-140
Fone: (19) 3408-0300
3mariasprodutora@uol.com.br
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Público Alvo
A
população em geral. O projeto Mazinho Quevedo &
Orquestra pretende propagar entre as pessoas, por meio de concertos, a
boa música instrumental e torná-la acessível,
principalmente para o público jovem. Pelo fato dos
músicos da orquestra serem na maioria jovens, a
intenção também é despertar o interesse dos
adolescentes para a música instrumental.
A expectativa, portanto, é de que, ao final, cerca de 12.000 pessoas tenham assistido aos concertos.
Investimentos e Contrapartida
O projeto prevê investimento total de
R$
298.655,22 que, graças à Certificação do
Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Estado
da Cultura, permite que o patrocinador possa deduzir o valor integral
do investimento no ICMS a pagar mensalmente. As leis de incentivo
à cultura são estímulos tributários que
surgiram para encorajar as empresas a canalizarem recursos para
AÇÕES CULTURAIS, tendo como retorno a
vinculação da imagem da empresa ou produto com material
destinado a público específico.
Por
meio das leis de incentivo a empresa investe em ações
culturais com recursos que seriam destinados ao pagamento de impostos,
ou seja, a CUSTO ZERO. A empresa patrocinadora ainda tem a sua marca
exposta em um plano de comunicação, associando sua marca
a esta ação cultural e marcando a sua
preocupação com a CULTURA e a COMUNIDADE.
Visibilidade e Contrapartida
Além
da dedução fiscal, o projeto oferece como contrapartida a
visibilidade da marca do patrocinador em todas as ações
de comunicação do projeto, como cartaz, flyer e
anúncios em jornal impresso e TV. Um assessor de imprensa
trabalhará a mídia espontânea em jornais, revistas
e emissoras de rádio e TV.
Como patrocinar?
Pode
beneficiar-se do ProAC-SP a empresa contribuinte de ICMS que esteja em
situação regular perante o fisco e que tenha apurado
imposto a recolher no ano imediatamente anterior.
A empresa interessada em patrocinar projetos culturais incentivados pela Lei do ICMS deve passar por quatro fases:
1. Credenciamento
O
credenciamento é realizado por meio da Inscrição
Estadual no Posto Fiscal Eletrônico (PFE) pela internet:
www.pfe.fazenda.sp.gov.br.
2. Habilitação
Após
o credenciamento, o contribuinte é habilitado para a
destinação de recursos incentivados. A
habilitação é renovada mensalmente, também
por meio eletrônico.
3. Destinação de Recursos
Para
a destinação de recursos, é fundamental que o
contribuinte consulte o Aviso de Habilitação para saber o
seu limite individual autorizado para patrocínio, que muda a
cada mês em função da sua própria atividade
econômica, seguindo os percentuais descridos na tabela abaixo.
Depois, deve ser gerado um boleto em nome do projeto cultural escolhido
para patrocínio, a partir de uma listagem fornecida pela
Secretaria da Cultura. Os recursos vão diretamente para a conta
corrente aberta pela Secretaria de Cultura em nome do proponente, para
movimentação exclusiva do projeto cultural. O
patrocínio poderá ser parcial ou no valor integral
autorizado para o projeto. O patrocinador também poderá
investir em mais de um projeto, desde que o valor total de
patrocínios não ultrapasse o percentual permitido pela
Fazenda Estadual.
4. Escrituração do Incentivo Fiscal
A
escrituração deve ser realizada no mês de
referência correspondente ao da habilitação (quando
são pagos os boletos bancários) e deve seguir as
instruções para escrituração do livro
RAICMS correspondente ao estabelecimento credenciado.
Dedução
de até 3% sobre o ICMS no Estado de São Paulo
O Programa de Ação Cultural (ProAC) foi
criado no Estado de São Paulo pela Lei n° 12.268/2006,
permitindo que o contribuinte do ICMS destine parte do seu imposto
ao patrocínio de projetos culturais aprovados pela Secretaria
de Cultura do Estado de São Paulo. O percentual de incentivo
fiscal varia de acordo com o valor do imposto a recolher apurado
pelo contribuinte.
Um violeiro e
um caipira paulista
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